Humildade e papo de boleiro são marcas do técnico

PERFIL

Daniel Akstein Batista, O Estadao de S.Paulo

17 de julho de 2009 | 00h00

Se falta experiência para Jorginho, 44 anos, como treinador, sobram bagagem e motivos para que ele se dê tão bem com os jogadores do elenco alviverde. Têm papo de boleiro e jeito de atleta. Na semana passada, sob forte chuva, participou de um ?rachão? com o time. Nas suas entrevistas, sempre lembra de quando jogava - foi ponta-direita do próprio Palmeiras, além de Portuguesa, Santos, Atlético-MG e Fluminense - e também recorda-se da tragédia pela qual passou no ano passado, quando perdeu o filho em um acidente de moto.Jorginho era na época coordenador da base do Alviverde e seu filho, Leonardo, de 16 anos, jogava no juvenil do clube. Os olhos lacrimejados o acompanham em algumas das entrevistas, sempre que a lembrança vem à tona.Jorginho abandonou os campos em 2004. Com o sonho de ser treinador, comandou o Mogi Mirim em 2007 e, em seguida, foi para o Palmeiras - treinou o time na Copa São Paulo de 2009. Ele estava na equipe B quando Vanderlei Luxemburgo foi demitido. Agora, está prestes a completar seu sonho.

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