Indisciplina tirou o sono do técnico

SANTOS

, O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2010 | 00h00

A "crise Neymar" foi o teste final para Dorival Júnior. O ex-técnico santista precisou de jogo de cintura para lidar com pelo menos três polêmicas anteriores do talentoso grupo de atletas que comandou desde o início do ano.

O primeiro episódio ocorreu no ápice da campanha santista: na final do Campeonato Paulista (derrota por 3 a 2 para o Santo André), em 2 de maio, o meia Paulo Henrique Ganso se recusou a sair de campo. A atitude, encarada por muitos como um ato de insubordinação, foi até elogiada pelo treinador. Naquele momento, o Santos tinha oito jogadores em campo e o jovem camisa 10 "assumiu" a responsabilidade de conduzir a equipe nos minutos finais.

Três semanas depois, Ganso, Neymar, André e Madson chegaram atrasados na concentração e foram multados. Em agosto, outra polêmica: jogadores como o goleiro Felipe e Madson fizeram uma transmissão via internet em que discutiram com torcedores. Levaram bronca da diretoria.

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