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Polêmica sobre o véu: Wojdan Ali Seraj Abdulrahim Shaherkani vai poder defender a Arábia Saudita na sexta-feira no judô

O Estado de S.Paulo

31 de julho de 2012 | 03h03

Véu permitido

A Federação Internacional de Judô concordou com um modelo de véu islâmico, o hijab, e Wojdan Ali Seraj Abdulrahim Shaherkani vai poder defender a Arábia Saudita na sexta-feira, na categoria mais de 78 quilos. Sem dar detalhes, o porta-voz da federação, Nicolas Messner, apenas garantiu: "Ela lutará".

Todos contra o doping

O combate ao doping em Londres envolve não apenas serviços de espionagem da polícia e de inteligência para obter informações sobre suspeitos, mas também faxineiros e seguranças devidamente orientados sobre como identificar materiais suspeitos nos lixos dos banheiros dos apartamentos dos atletas - o COI estabeleceu proibição total à entrada de seringas na Vila Olímpica. Londres revelou ontem ter gasto R$ 70 milhões no laboratório que emprega mil pessoas e lidera a operação: a meta é testar pelo menos metade dos atletas. O número de controles foi elevado de quatro mil em Pequim/2008 para cinco mil nestes Jogos.

Protesto no ar

"Tenho a honra de ser um atleta olímpico, mas exijo mudanças", diz uma ação no Twitter, deflagrada na madrugada de ontem por vários atletas da delegação norte-americana de atletismo, em protesto contra a regra do COI que proíbe a exibição de marcas de patrocinadores que não sejam os seus.

A entidade já afirmou que não pretende fazer qualquer mudança para estes Jogos. Mark Adams, porta-voz da entidade, rejeitou o favoritismo de patrocinadores, evitou falar em sanções aos atletas rebeldes e indicou que, se há uma proposta concreta, ela deve ser encaminhada ao Comitê de Atletas do COI para ser avaliada.

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