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Interino exalta evolução do Atlético-MG e projeta 2017 vitorioso para o clube

Equipe mineira acabou na segunda colocação da Copa do Brasil

O Estado de S.Paulo

08 de dezembro de 2016 | 11h53

Técnico interino do Atlético Mineiro após a demissão de Marcelo Oliveira e futuro auxiliar do recém-contratado Roger Machado, Diogo Giacomini exaltou a evolução apresentada pela sua equipe no confronto de volta da decisão da Copa do Brasil, nesta quarta-feira à noite, em Porto Alegre, onde o empate por 1 a 1 com o Grêmio fez o time de Belo Horizonte terminar a competição com o vice-campeonato.

A surpreendente derrota por 3 a 1 no duelo de ida, no Mineirão, que acabou provocando a saída de Marcelo Oliveira, pesou muito para o time atleticano, que precisava vencer por 2 a 0 para ao menos levar a disputa do título para os pênaltis. Porém, a equipe ficou longe de atingir este objetivo, pois chegou a sofrer o primeiro gol do jogo já aos 43 minutos do segundo tempo, antes de empatar nos acréscimos com um golaço de Cazares, que acertou uma improvável finalização por cobertura, de antes do meio do campo.

"Depois de uma derrota no primeiro jogo, não poderíamos ter uma atuação como aquela. Deu certo. Finalizamos seis bolas no primeiro tempo. No segundo conseguimos mais finalizações. Mas o Grêmio marcou o jogo todo do meio-campo para trás. E, quando se tem um placar de dois gols de diferença contra, fica ainda mais difícil, porque o Grêmio sai rápido em contra-ataque", analisou Giacomini, em entrevista coletiva, voltando a lamentar o desempenho ruim do time atleticano no confronto de ida.

O treinador também lamentou o fato de o Atlético-MG não ter conseguido "ter colocado uma pressão maior na equipe do Grêmio e não ter feito o gol primeiro", mas exibiu otimismo ao já projetar um 2017 de sucesso para o Atlético-MG, que disputará a fase de grupos da Copa Libertadores no próximo ano após o Brasil passar a herdar uma vaga que inicialmente seria de um clube do México na edição seguinte da competição.

Para completar, ele exaltou o bom histórico recente do time, que, após quatro temporadas comemorando ao menos um título do ano, desta vez passou em branco. "É o primeiro ano dos últimos cinco anos que o Atlético-MG não conquista um caneco. Ser vice-campeão da Copa do Brasil e quarto no Brasileiro não é demérito. E, principalmente, a equipe tem espaço para evolução. Tem muita coisa que pode ser trabalhada. A temporada de 2017 tem tudo para ser promissora. Poderemos fazer um 2017 vitorioso e preparado para ganhar", ressaltou.

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