Invencibilidade em jogo no Pacaembu

Sem perder há seis partidas - cinco delas no Estadual -, o time recebe o Barbarense hoje à tarde

DANIEL BATISTA, O Estado de S.Paulo

24 de fevereiro de 2013 | 02h02

O Palmeiras coloca à prova sua invencibilidade de seis jogos - sendo cinco no Campeonato Paulista - diante do União Barbarense hoje à tarde no Pacaembu.

E este jogo ganha um ingrediente especial por anteceder aquele que pode ser o mais complicado do Palmeiras na fase de grupos da Libertadores, diante do Libertad, quinta-feira, no Paraguai. Por isso, Kleina vai escalar a mesma equipe dos últimos dois jogos - vitória sobre o Sporting Cristal por 2 a 1, na estreia na Libertadores, e empate por 2 a 2 com o Corinthians.

A diferença é que no banco de reservas estará um jogador que mais uma vez tem a chance de voltar a ser importante para o grupo e reconquistar a confiança dos torcedores. Após quatro jogos de ausência, Valdivia está de volta. O chileno deve entrar para jogar alguns minutos e conseguir melhorar seu ritmo de jogo para o confronto diante do Libertad.

Além de apostar no entrosamento para conseguir um bom resultado mais uma vez no Paulistão, o treinador teme que, se colocar Valdivia desde o início da partida, possa abrir demais a marcação, já que o chileno entraria na vaga de Souza.

Mas isso não significa que Valdivia está em baixa com o treinador e a direção do clube. Pelo contrário. Tanto Kleina quanto a diretoria resolveram tratar o jogador de forma diferente do que estava sendo feito. A ideia é fazer com que o meia consiga retomar o posto de ídolo perdido com as sucessivas lesões.

Outra novidade no banco de reservas será o atacante Leandro, que foi relacionado pela primeira vez. O volante Léo Gago não foi convocado, assim como o lateral-direito Ayrton - que perdeu espaço com a chegada de Weldinho.

Promoção. Para aproveitar a boa fase, a diretoria do Palmeiras resolveu se aproximar ainda mais da torcida e reduziu o preço dos ingressos. O bilhete da arquibancada, por exemplo, passou de R$ 40 para R$ 30. A expectativa é de que o público seja melhor do que foi até aqui. Até sexta-feira à noite quase dez mil ingressos tinham sido vendidos.

"A nossa torcida é espetacular, ela joga junto e deixa o clima bem favorável para os atletas", disse Gilson Kleina.

Enquanto a calmaria impera no lado palmeirense, a pressão em cima do trabalho do técnico Moisés Egert, do União Barbarense, é grande e se o time perder hoje ele tem boas chances de ser demitido. O zagueiro Rafael Silva e o meia Cléverson farão um teste hoje para saber se poderão jogar.

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