Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

Irlandês acusado de venda ilegal de ingressos do Rio-2016 deixa comitê do COI

Patrick Hickey foi preso na ocasião e, ao renunciar ao seu cargo, diz querer 'proteger a entidade'

Estadao Conteudo

10 de setembro de 2017 | 11h59

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou neste domingo que Patrick Hickey renunciou ao seu cargo no comitê executivo da entidade, mais de um ano depois de ter sido preso durante os Jogos do Rio em uma investigação sobre a revenda ilegal de ingressos para os eventos da competição.

O COI informou a renúncia de Hickey antes do começo da 131ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional, que será iniciado nesta segunda-feira em Lima, no Peru. Hickey "enfatizou que quer proteger o COI", afirmou o órgão olímpico, citando a carta de renúncia do dirigente irlandês.

O Comitê Executivo do COI, que representa a Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais (ANOC, na sigla em inglês), será eleito em uma reunião anual de quatro dias, a partir da próxima quarta-feira, em Lima.

Hickey se afastou temporariamente das suas funções no COI após as autoridades brasileiras o prenderem no hotel onde os dirigentes da entidade estavam hospedadas no Rio durante a Olimpíada.

Ele nega as irregularidades e se mantém como membro do COI. Hickey voltou à Irlanda em dezembro, depois que a ANOC lhe emprestou US$ 430 mil (R$ 1,33 milhão, aproximadamente) para pagar a sua fiança.

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