Itália curte fim de reclusão com ida à churrascaria

Depois da reclusão em Salvador, onde passou três dias fechada num hotel longe da praia por questões de segurança (exceto Balotelli, que na véspera do jogo com o Brasil deu uma caminhada de meia hora), a delegação italiana aproveitou a calmaria de Fortaleza para espairecer. E neste domingo à noite deixou o hotel Marina Park, na Praia do Futuro, para jantar numa churrascaria chamada Cabaña del Primo, que fica no bairro de Aldeota. O local foi fechado exclusivamente para os italianos.

LUÍS AUGUSTO MONACO, Agência Estado

24 de junho de 2013 | 08h09

A Itália chegou a Salvador quinta-feira passada, dia em que houve conflitos entre policiais e manifestantes pouco antes da partida entre Uruguai e Nigéria. Para não correr riscos, a delegação foi orientada a só sair do Hotel Matiz para treinar e jogar - no Rio e no Recife, cidades pelas quais os italianos haviam passado nas duas primeiras rodadas da competição, era comum os jogadores saírem para caminhar pela praia no período da manhã.

No final da tarde deste domingo, em entrevista coletiva no estádio Presidente Vargas antes do treinamento, o lateral-direito Maggio disse que esperava poder sair do hotel em Fortaleza - mesmo porque, como no Rio e no Recife, o hotel que hospeda a delegação fica de frente para o mar. "Ainda não recebemos nenhuma orientação sobre esse assunto. Espero poder sair um pouco para ver a cidade, mas, se por questão de segurança, tivermos de ficar no hotel não haverá problema."

Como o clima na cidade de Fortaleza estava tranquilo, os italianos aproveitaram a noite quente para passear um pouco e se fartarem de carne.

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