Itália nega que cogitou deixar Copa das Confederações

A assessoria de imprensa da Itália divulgou uma nota oficial negando os boatos de que a seleção do país cogita abandonar a Copa das Confederações por causa do ambiente de insegurança gerado pelos protestos que tomaram as ruas do Brasil nos últimos dias.

LUÍS AUGUSTO MÔNACO, Agência Estado

21 de junho de 2013 | 11h18

No comunicado, a Federação Italiana de Futebol (FIGC, na sigla em italiano) declara que confia totalmente na organização da Fifa e que não foi discutida a hipótese de deixar a competição, classificando como "estúpida" qualquer especulação sobre o assunto.

As famílias dos jogadores, um dos motivos de maior preocupação da Itália, não estariam nem mesmo em Salvador, cenário de ataques a carros da Fifa e palco do próximo jogo da equipe na Copa das Confederações, mas sim no Rio. A seleção italiana enfrentará o Brasil neste sábado, às 16 horas, na Arena Fonte Nova, no duelo que valerá a liderança do Grupo A da competição.

Segundo informações divulgadas no jornal O Estado de São Paulo na última quinta-feira, a seleção italiana havia se queixado à Fifa, preocupada com a segurança de seus jogadores, e queria mais garantias de que não haveria ataques à delegação do país e seus familiares que acompanham a o torneio no Brasil.

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