Italiana naturalizada vai à semifinal da esgrima e garante bronze para o Brasil

Campeã mundial por equipes em 2009 e bronze no individual no Mundial de 2010, sempre defendendo a Itália, Nathalie Moellhausen tirou um ano sabático depois da Olimpíada de Londres e, quando voltou à esgrima, passou a utilizar o passaporte brasileiro. Em sua estreia em Jogos Pan-Americanos, já garantiu o bronze na espada em Toronto.

Estadão Conteúdo

21 de julho de 2015 | 13h29

Nathalie tem cidadania brasileira desde que nasceu, uma vez que os avós nasceram no País e moram em São Paulo. Mesmo quando competia pela Itália, já falava português fluente. Mas só após perder a titularidade na seleção europeia - foi reserva em Londres -, passou a defender o Brasil.

Em Toronto, avançou em terceiro no seu grupo e estreou nas eliminatórias contra a colombiana Laskmi Olarte, vencendo por 15 a 4. Nas quartas de final, também atropelou a venezuelana Eliana Lugo, por 15 a 5.

Às 19h30 (horário de Brasília), vai disputar a semifinal contra a norte-americana Katherine Holmes, número 24 do ranking mundial - três posições abaixo da brasileira. A medalha é garantida porque não existe disputa de terceiro lugar na esgrima. As derrotadas na semifinal ficam com bronze.

Outra brasileira na disputa, Rayssa Costa venceu quatro de cinco jogos em seu grupo, mas acabou eliminada na primeira rodada de mata-mata, pela venezuelana Lugo, por 15 a 14. Ela volta a competir no sábado, por equipes, junto com Amanda Simeão e Nathalie. A espada é a arma mais forte do Brasil no feminino.

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