Teddy Garcia/Reuters
Teddy Garcia/Reuters

'Já aprendi a lidar com as críticas', diz o volante Gilberto Silva

Aos 33 anos, volante do Panathinaikos (GRE) é um dos nomes mais contestados da seleção do técnico Dunga

AE, Agencia Estado

31 de março de 2009 | 14h25

O volante Gilberto Silva, um dos titulares mais questionados da seleção brasileira, afirmou que está tranquilo e acostumado a enfrentar críticas desde que chegou à equipe nacional, em 2002. "Já aprendi a lidar com essas críticas, analiso todas e procuro ver o lado positivo de cada uma", afirmou o jogador nesta terça-feira, em Porto Alegre, durante entrevista no hotel em que a equipe está hospedada.

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Gilberto Silva, de 33 anos, estreou na seleção em 2002, pouco antes da Copa do Mundo, e vem se mantendo com regularidade na equipe de lá para cá, mesmo nos tempos em que ficou na reserva do Arsenal, quase sem jogar - hoje está no Panathinaikos, da Grécia. "O único problema é que às vezes acho que são muito pesadas, porque pesam no lado pessoal, e não apenas no profissional", lamentou.

O volante acha que a reação da torcida no jogo desta quarta-feira, contra o Peru, vai depender do futebol mostrado pela seleção durante a partida. "Se todo mundo lutar e fizer os gols, os aplausos vão acontecer, mas se entramos apáticos isso vai contar contra a gente", avaliou.

A seleção empatou por 0 a 0 nos três últimos jogos em casa pelas Eliminatórias, contra Argentina, Bolívia e Colômbia, e a expectativa é de que o Peru venha bem fechado para o jogo, disposto a também sair de campo com um empate. Para evitar isso, Gilberto Silva recomenda que a equipe não se desespere.

"Temos de ir para o ataque desde o primeiro minuto, pois assim conseguiremos criar as chances de gol e atrair o torcedores para o nosso lado. Só não podemos cair no desespero", afirmou o volante. Com 18 pontos, o Brasil está em quarto lugar nas Eliminatórias, atrás de Paraguai, com 23 pontos, Argentina e Chile, ambos com 19.

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