Kerim Okten/EFE
Kerim Okten/EFE

Jamaica encosta nos Estados Unidos no quadro de medalhas

Os dois países têm agora três medalhas de ouro no Mundial de atletismo disputado em Berlim, na Alemanha

Agencia Estado

19 de agosto de 2009 | 17h27

A Jamaica conquistou nesta quarta-feira seu terceiro ouro no Mundial de atletismo em Berlim, na Alemanha, e encostou nos Estados Unidos, que lideram o quadro de medalhas por terem um bronze a mais.

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Os norte-americanos estão com oito medalhas, enquanto os jamaicanos chegaram a sete com o triunfo de Brigitte Foster-Hylton nos 100 metros com barreiras.

O Quênia aparece em terceiro, superando a Alemanha em número de bronzes - dois, contra um dos anfitriões. Ambos têm duas medalhas de ouro e igual número de pratas. Até agora, nenhum esportista do Brasil subiu ao pódio na capital alemã.

MEDALHAS DO DIA

A sul-africana Caster Semenya, de 18 anos, precisou superar nesta quarta-feira a desconfiança sobre sua sexualidade, além das adversárias, para ficar com o ouro nos 800 metros no Mundial. Antes da prova, a Federação Internacional de Atletismo (Iaaf, na sigla em inglês) questionou se a atleta seria hermafrodita - com órgãos femininos e masculinos - e quase a impediu de disputar as finais.

Mas comprovada sua feminidade, Semenya foi liberada para competir, dominou praticamente toda a prova e venceu com relativa facilidade, com o tempo de 1min55s45. A emoção ficou na disputa pela prata. A queniana Janeth Jepkosgei Busienei fechou com 1min57s90, três centésimos na frente da britânica Jennifer Meadows, terceira colocada.

Nos 100 metros com barreira, a Jamaica levou duas medalhas. Aos 34 anos, Brigitte Foster-Hylton surpreendeu e ficou na primeira posição com o tempo de 12s51, três centésimos na frente da canadense Priscilla Lopes-Schliep, medalha de prata. A jamaicana Delloreen Ennis-London completou o pódio com 12s55.

Vitória apertada também teve Yusuf Saad Kamel, do Bahrein, que completou os 1500 metros em 3min35s93, oito centésimos na frente do etíope Deresse Mekonnen. O norte-americano Bernard Lagat ficou com o bronze.

O alemão Robert Harting perdia até o final no lançamento de disco para o polonês Piotr Malachowski, mas em sua última tentativa alcançou 69,43 metros - a melhor marca do adversário foi de 69,15 metros - e ficou com o ouro. A terceira colocação ficou com o estoniano Gerd Kanter, com 66,88 metros.

Veja o quadro de medalhas:

1.° Estados Unidos - 3 ouros - 2 pratas - 3 bronzes

2.° Jamaica - 3 ouros - 2 pratas - 2 bronzes

3.° Quênia - 2 ouros - 2 pratas - 2 bronzes

4.° Alemanha - 2 ouros - 2 pratas - 1 bronze

5.° Rússia - 2 ouros - 1 prata - 4 bronzes

6.° Grã-Bretanha - 2 ouros - 0 pratas - 1 bronze

7.° Polônia - 1 ouro - 4 pratas - 1 bronze

8.° Etiópia - 1 ouro - 2 pratas - 1 bronze

9.° Cuba - 1 ouro - 1 prata - 1 bronze

10.° Bahrein - 1 ouro - 0 Prats - 0 bronzes

10.° Nova Zelândia - 1 ouro - 0 pratas - 0 bronzes

10.° Eslovênia - 1 ouro - 0 pratas - 0 bronzes

10.° Espanha - 1 ouro - 0 pratas - 0 bronzes

10.° África do Sul - 1 ouro - 0 pratas - 0 bronzes

15.° China - 0 ouros - 1 prata - 2 bronzes

16.° Canadá - 0 ouros - 1 prata - 0 bronzes

16.° República Checa - 0 ouros - 1 prata - 0 bronzes

16.° Eritreia - 0 ouros - 1 prata - 0 bronzes

16.° Irlanda - 0 ouros - 1 prata - 0 bronzes

16.° Portugal - 0 ouros - 1 prata - 0 bronzes

16.° Porto Rico - 0 ouros - 1 prata - 0 bronzes

22.° Estônia - 0 ouros - 0 pratas - 1 bronze

22.° França - 0 ouros - 0 pratas - 1 bronze

22.° México - 0 ouros - 0 pratas - 1 bronze

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