Jardel é acusado de agredir caseiro com soco

Segundo Boletim de Ocorrência, atacante acertou o peito de Expedito Mauro Freitas, de 46 anos

Carmen Pompeu, O Estadao de S.Paulo

22 de julho de 2007 | 00h00

O atacante Mário Jardel Almeida Ribeiro, que já atuou na seleção brasileira, Vasco e Grêmio e em alguns clubes estrangeiros - foi destaque e artilheiro do português Porto e atuou ainda por Sporting, Beira-Mar, Benfica - , é acusado de espancar o caseiro Expedito Mauro Freitas, de 46 anos. Expedito trabalhava para o jogador em sua residência no bairro Dunas, em Fortaleza.A agressão, de acordo com Boletim de Ocorrência (BO) registrado pela polícia cearense, ocorreu na quarta-feira à noite. Segundo Expedito, Jardel o agrediu com um soco no peito.O atleta teria ficado irritado com o fato de o caseiro ter demorado a chegar com as compras que foi fazer no mercado. Naquele dia, o jogador estava promovendo um "racha" com amigos no campo de futebol localizado em sua propriedade.Momentos depois, já na casa ocupada por ele e pela família - que fica nos fundos da mansão do atleta -, Expedito disse que foi agredido por um segurança particular de Jardel, um policial militar conhecido por tenente Albuquerque. "Ele me deu uma gravata e uma pancada na cabeça com uma arma", disse o caseiro. Após o espancamento, o caseiro e a família foram expulsos da casa do jogador e socorridos pela vizinhança.Expedito foi levado ao 2º Distrito Policial (DP) por vizinhos do jogador, onde foi registrado um Boletim de Ocorrência.Até ontem, o empregado ainda permanecia internado sob observação no Instituto Dr. José Frota. De acordo com o médico que o acompanha, o estado de Expedito é bom. Mas, como ele já havia sido submetido anteriormente a uma cirurgia na cabeça, é preciso fazer novos exames. Jardel não foi localizado para falar sobre o assunto.Mas uma coisa é certa: gosta de uma confusão. No Palmeiras, o atacante, antes de assinar contrato, desapareceu por 15 dias, usando a desculpa de que a avó havia morrido. E deixou o Goiás, no qual era reserva em 2005, após reclamar de técnico, diretoria, companheiros...

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