Jô também busca recuperação no Galo

Jô e Ronaldinho Gaúcho se completam no campo e são parceiros inseparáveis nas baladas. A amizade começou na Olimpíada de Pequim, em 2008, quando o Brasil fez campanha apenas razoável e foi eliminado pela Argentina na semifinal - o time de Messi ficou com o ouro e os brasileiros, com o bronze.

O Estado de S.Paulo

26 de agosto de 2012 | 03h05

"(A Olimpíada) Foi tempo suficiente para conhecer bem o Ronaldo. O destino nos colocou juntos mais uma vez. Isso influencia bastante. Com os outros companheiros, o entrosamento aparece com o tempo. Quando tem amizade fica mais fácil", diz o atacante.

A exemplo de Ronaldinho, Jô também busca a redenção no Atlético. No Inter, seu clube anterior, foi afastado pelo técnico Dorival Jr. por indisciplina e cansou de receber reclamações dos vizinhos por causa das baladas sem fim que promovia em Porto Alegre. Após uma dessas noitadas não apareceu para uma viagem à Bolívia e chegou a ser afastado por 15 dias.

Foi recebido com desconfiança pela torcida do Galo, mas ganhou a vaga de titular quando André ainda estava no clube. Hoje, tem quatro gols e é um dos artilheiros do time ao lado Danilinho. "O objetivo maior é o título, mas traço também a artilharia com uma das minhas metas pessoais", diz o atacante, otimista. / G. Jr.

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