Jose Patrício/AE-3/8/2012
Jose Patrício/AE-3/8/2012

Jogadores do Palmeiras falam que não podem entregar os pontos

Após a derrota para o Vasco por 3 a 1, atletas tentam manter o espírito de equipe

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

13 de setembro de 2012 | 03h06

Ao final da derrota para o Vasco por 3 a 1, os jogadores do Palmeiras tiveram dificuldades para explicar o resultado e preferiram apelar para a história e a grandeza do clube. Ninguém aceita entregar os pontos e o discurso é de que enquanto houver chances de escapar, ninguém vai desistir.

"Temos que mudar a situação porque estamos no Palmeiras, um clube muito grande. E só depende de nós para sairmos dessa situação", alertou Barcos.

Obina seguiu o discurso do companheiro, mas admitiu que a situação não é nada fácil. "É complicada demais a nossa situação. Temos que lutar e não podemos desistir jamais."

O meia Tiago Real analisou a situação da equipe e mostrou muita personalidade. "Vamos com calma. Não podemos entregar os pontos por mais difícil que seja a situação. Eu gostaria muito de ter uma resposta para explicar o que acontece com a gente, mas não tenho", disse o meia, que espera novos tempos após o clássico contra o Corinthians, domingo, no Pacaembu. "Temos um clássico que pode marcar uma reviravolta em nossa campanha. Não podemos abaixar a cabeça. Se é difícil para o torcedor, imagine para nós que estamos dentro de campo. Mas temos 14 rodadas e vamos lutar até o fim."

Alguns jogadores preferiram evitar as entrevistas, por não ter o que falar ou com receio de dar alguma declaração polêmica.

O Palmeiras vai para o clássico sem nenhum jogador suspenso. Artur, Márcio Araújo, Obina e Luan, que estavam pendurados, não foram advertidos.

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