Jorge Henrique diz que não é 'moeda de troca' e espera ficar

O atacante Jorge Henrique foi o mais ovacionado ontem. A torcida pediu sua entrada, festejou suas jogadas - ele deu o passe do segundo gol - e, gritando forte, pediu sua permanência.

Fábio Hecico, O Estado de S.Paulo

30 de maio de 2011 | 00h00

A resposta veio ainda na beira do campo. "Esse carinho da torcida é a resposta do que conquistei em campo. Meu empresário está resolvendo tudo, mas quero ficar e espero acertar tudo ainda nessa semana", disse o jogador.

Mesmo na reserva e vendo seu nome envolvido em trocas com Inter ou Grêmio, ele fala em renovar e em dar a volta por cima. "Se fosse moeda de troca, trabalharia num banco. Vou provar a quem quer me trocar que tenho condições de seguir com a camisa do Corinthians", espera.

Tite pede, com insistência, sua renovação. E terá outros problemas para resolver. Ontem, Liedson bateu boca com Willian por causa de egoísmo do companheiro. "Resolverei internamente."

O técnico, curiosamente, concordou com o coro de "burro" da torcida. "Entendo os torcedores. Também gostaria de jogar com quatro, cinco atacantes. Mas se faz necessário equilíbrio."

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