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Jovem surfista de 16 anos vê crocodilo e WSL paralisa torneio

Baterias na Costa Rica foram retomadas após buscas por animal não encontrarem nada

O Estado de S. Paulo

06 Outubro 2016 | 18h41

Um susto para o surfista Tyler Gunter, no QS 3000 de Esterillos Este, em Parrita, na Costa Rica. O jovem atleta, de apenas 16 anos, afirmou ter visto na água um crocodilo. Com medo de ataques, a Liga Mundial de Surfe (WSL) optou por paralisar as provas nesta quinta-feira. Sem sinal do animal após buscas, as baterias foram retomadas. 

Gunter diz ter visto o animal quando disputava a segunda fase da 43ª etapa da divisão de acesso à elite do surfe mundial. Sentado na prancha, o crocodilo teria passado ao lado dele e logo depois submergido. Ele contou ao portal "Surfline", especializado no esporte, como foi a experiência. 

"Foi muito louco. Eu estava sentando ali, entre as baterias e vi aquela coisa enorme nadando perto. Eu nadei quase dois metros e olhei bem no olho dele. Pensei, nossa, é um crocodilo", afirmou Tyler. No Instagram do atleta, ele postou uma foto após o incidente, classificando a experiência como "a mais assustadora" de sua vida. 

"A cara que você faz após emcarar um crocodilo em sua bateria. Esta foi definitivamente a experiência mais assustadora que aconteceu comigo no surfe", escreveu. 

 

Após as baterias serem retomadas, o americano não foi bem e acabou em último com 7.83. O argentino Facundo Arreyes foi o vencedor, com pontuação de 13.04. A segunda posição foi do francês Charly Quivront (9.70) e a terceira do também americano Tad McCardell (8.50).

A presença de crocodilos no mar da Costa Rica não é incomum. Eles aparecem por toda a Costa do Pacífico, onde está localizado o país. Recentementem, um ataque de crocodilo a surfista foi gravado. Na ocasião, Arthur Becker, um surfista amador que estava em Tamarindo, perdeu a perna. Relembre

 

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