Judô brasileiro quite com tribunal

Depois de um longo período de "vacas magras", o judô volta a sonhar com o apoio das instituições públicas ligadas ao esporte. O presidente da Confederação Brasileira (CBJ), Paulo Wanderley, anunciou nesta quarta-feira que a entidade conseguiu um documento comprovando que não tem mais dívidas com o Tribunal de Contas da União (TCU). Por vários anos, a CBJ não pôde receber dinheiro público por ter tido a prestação de contas rejeitada pelo TCU e o presidente da entidade na época, Joaquim Mamede, punido pelo uso inadequado de verbas. Quando assumiu a CBJ no começo do ano, Wanderley colocou como uma das prioridades solucionar os problemas que impediam a entidade de receber recursos federais. O presidente conta que recebeu apoio da empresa de advogacia Paulo Roberto Figueiredo de Almeida que, gratuitamente, fez um levantamento das dívidas da CBJ no TCU, no qual foi constatado que a confederação não deve à instituição. "Com isso, temos esperança de voltar a ser atendidos quando solicitarmos recursos ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para financiar os nossos atletas nas próximas competições", diz o dirigente.

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