Jonne Roriz / AE
Jonne Roriz / AE

Judô do Brasil fatura quatro medalhas no Grand Slam de Brasília

Ketleyn Quadros é ouro, Alexia Castilhos e David Lima, prata, e Maria Portela fica com o bronze

Redação, Estadão Conteúdo

07 de outubro de 2019 | 21h23

Com direito a um ouro para Ketleyn Quadros, o judô do Brasil terminou o segundo dia do Grand Slam de Brasília com quatro medalhas, nesta segunda-feira. Alexia Castilhos e David Lima conquistaram a prata, enquanto Maria Portela levou o bronze.

Na categoria até 63kg, o Brasil faturou uma dobradinha. Isso porque Ketleyn Quadros enfrentou e venceu a compatriota Alexia Castilhos na final. A medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 venceu seu primeiro Grand Slam da carreira, aos 32 anos.

De quebra, a veterana somou 1.000 pontos no ranking que definirá as vagas olímpicas para Tóquio-2020. Assim, Ketleyn vai superar a compatriota (e principal rival para ficar com a vaga na categoria) na corrida olímpica.

Pela mesma categoria, o Brasil foi representado em Brasília também por Ryanne Lima e Mariana Silva. A primeira foi eliminada em sua segunda luta, enquanto Mariana avançou até a semifinal, quando foi batida por Alexia. Na disputa pelo bronze, foi superada por um ippon pela britânica Amy Livesey.

Também no feminino, Maria Portela se destacou na categoria até 70kg. Ela levou o bronze ao ganhar da canadense Kelita Zupancic por waza-ari. Ellen Santana, Luana Carvalho e Amanda Oliveira também competiram nesta categoria, sem sucesso. Foram eliminadas antes da briga por medalhas.

No masculino, o judô nacional foi representado por oito atletas. Apenas um deles subiu ao pódio nesta segunda. Na categoria até 73kg, David Lima conquistou a prata ao ser derrotado na final pelo russo Musa Mogushkov por ippon. Jefferson Santos Júnior, Eduardo Barbosa e Marcelo Contini caíram antes das disputas por pódio.

O mesmo aconteceu com Guilherme Schimidt, Guilherme Guimarães, Victor Penalber e Eduardo Yudy Santos, todos sem sucesso na categoria até 81kg.

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