Judô tenta ajustar finanças

Um saldo de R$ 3,26 foi o único recurso que o novo presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley, encontrou no caixa da entidade, deixado pela família Mamede, que perdeu o poder após 20 anos. O dirigente contratou a consultoria empresarial Alberto Almeida para resolver a pendência jurídica e financeira que a CBJ tem com o Tribunal de Contas da União (TCU), desde 1991, e a impede de receber verbas do governo. A CBJ pretende levar 25 pessoas ao Mundial de Munique, Alemanha, em junho, com apoio da Secretaria Nacional de Esportes e do Comitê Olímpico Brasileiro.

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