Timothy A Clary/ AFP
Timothy A Clary/ AFP

Juliana Veloso e Tammy Galera dão mais um quarto lugar ao Brasil

Equipe brasileira tem campanha igual aos dois últimos Jogos

Estadão Conteúdo

13 de julho de 2015 | 20h49

A medalha de prata obtida por Ingrid Oliveira e Giovana Pedroso na plataforma sincronizada foi a única conquistada pelo Brasil nos saltos ornamentais dos Jogos Pan-Americanos de Toronto. O País encerrou sua participação na noite desta segunda-feira, após Juliana Veloso e Tammy Galera ficarem em quarto na prova sincronizada do trampolim. Hugo Parisi e Jackson Rondinelli abriram mão de competir na plataforma sincronizada.

Em número de medalhas, o desempenho do Brasil em Toronto é idêntico ao das últimas duas edições do Pan. No Rio, faturou uma prata. Em Guadalajara, um bronze. Nas duas ocasiões o responsável pelo feito foi Cesar Castro, no trampolim.

Rumo à sua quarta edição dos Jogos Olímpicos, Juliana Veloso nunca mais conseguiu repetir o desempenho do Pan de 2003, quando ganhou prata na plataforma e bronze no trampolim. Em Toronto, foi sexta colocada no trampolim individual e fechou a participação no quarto lugar na dupla com Tammy Galera.

As brasileiras somaram 255,45 pontos, ficando distante da medalha de bronze, obtida pelos Estados Unidos, com 293,10 pontos. O México ficou com o ouro e o Canadá com a prata, repetindo o resultado da maior parte das competições.

Tammy e Juliana, que competem pelo Fluminense, disputam a convocação para defender o Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio, uma vez que o dono da casa tem convite para todas as provas sincronizada. Mas as favoritas são as irmãs gêmeas Nicoli e Natali Cruz, da APOE. Na seletiva para o Pan, entretanto, Natali se acidentou e abriu caminho para Tammy e Juliana irem ao Toronto.

BALANÇO

Em sete provas dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil teve 11 participações. Obteve uma prata (Giovana/Ingrid), três quartos lugares (Cesar Castro, Juliana/Tammy e Cesar/Ian Matos), dois sextos (Ingrid e Juliana), um sétimo (Giovana) e um oitavo (Hugo Parisi). É uma melhora qualitativa na comparação com 2011, quando, além do bronze, o Brasil teve um quarto, um quinto e cinco sextos lugares.

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