Kleber pede paz e lembra time de 2008

Quando ainda estava no Cruzeiro, Kleber sempre que tinha uma oportunidade falava do Palmeiras e não escondia a gratidão. Chegou até a dedicar uma vitória com a camisa celeste ao time alviverde - na Libertadores de 2009, contra o São Paulo. Ele não via a hora de voltar ao time pelo qual foi campeão paulista, mas percebeu que a realidade é bem diferente daquela de 2008.

O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2011 | 03h04

"Eu vim para cá com a visão daquele time campeão, que era muito bom. Mas as coisas estão bem diferentes em todos os sentidos", disse o atacante, triste com parte da torcida. "Podem me vaiar pelo momento que vivo, mas me chamar de mercenário e corintiano me deixa chateado. No Cruzeiro, eu sempre falava bem do Palmeiras."

Enquanto outros jogadores dizem não se incomodar, o atacante mostra personalidade e admite ser difícil lidar com tantos problemas. "É chato demais chegar para treinar às 15 horas em um clima quente, depois de ver na hora do almoço que os programas televisivos estão divulgando conversa de vestiário e discussões que só atrapalham", disse o jogador. "Todo mundo no time sente essa pressão, mas temos de arrumar força e trabalhar."

Apelo. Para facilitar sua vida em campo, Kleber pede a escalação de Pedro Carmona. "Faz meses que não recebo uma bola como a que mandei para o Maikon Leite (no jogo com o Ceará). O Pedro tem qualidade e técnica. Esse é o jogador para atuar no meio para gente. Se jogar, tenho certeza que a bola vai chegar. / D.B.

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