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'Lidamos bem com a pressão', diz Calderano, após tri do Brasil no tênis de mesa

Hugo Hoyama acostumou o Brasil a ganhar ouro no tênis de mesa nos Jogos Pan-Americanos. Faturou nove, ao longo de seis edições. Agora que ele é técnico da seleção feminina, coube a Hugo Calderano, Thiago Monteiro e Gustavo Tusboi manter a tradição e colocar o Brasil no lugar mais alto do pódio por equipes em Toronto.

PAULO FAVERO, Estadão Conteúdo

21 de julho de 2015 | 22h49

"Nosso objetivo era mesmo de ganhar o ouro por equipes e manter esta sequência. Conseguimos fazer o que queríamos. A pressão é grande até pelos resultados que tivemos antes, mas conseguimos lidar bem", comenta Hugo Calderano, de apenas 19 anos, o grande nome da nova geração do tênis de mesa.

Afinal, o Brasil chegou ao Pan como 21.º do ranking mundial por equipes, 39 posições à frente do Paraguai, seu rival na decisão do ouro em Toronto. Era um favoritismo enorme. "A tensão foi muito menor que nos últimos Pans. A gente sabia do nosso potencial e estávamos bem preparados", diz Gustavo Tsuboi, número 55 do mundo e melhor do continente.

Hugo Calderano fez o primeiro jogo da final, contra o paraguaio Alejandro Toranzos, e venceu por 3 sets a 0. "Era uma pressão grande, mas acho que consegui lidar bem com isso e ajudei meus companheiros", afirmou o atleta, novato no Pan. Na sequência, Thiago Monteiro despachou Marcelo Aguirre pelo mesmo placar.

Nas duplas, Hugo Calderano e Gustavo Tsuboi bateram Axel Gavilan e Marcelo Aguirre por 3 sets a 0 e fecharam o confronto. Para Thiago, apesar do favoritismo no Brasil, é na hora que se decide a vitória. "Sempre é difícil. A responsabilidade é grande e acho que fui bem nos momentos que joguei."

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