Wander Roberto/Inovafoto/NBA
Wander Roberto/Inovafoto/NBA

Liga quer colocar 'NBA House' no calendário da cidade de São Paulo

Local vai funcionar no estacionamento do Shopping Eldorado, em uma área de 3.000 m² até o dia 16 de junho

Marcius Azevedo, Renan Fernandes, O Estado de S.Paulo

30 de maio de 2019 | 04h30

Após o sucesso do espaço NBA Finals, em 2017 e 2018, em São Paulo, a NBA dá mais um passo para ampliar seu faturamento no mercado brasileiro – são mais de R$ 100 milhões anuais, o segundo maior fora dos EUA, atrás apenas da China. A NBA House será aberta nesta quinta-feira, no estacionamento do Shopping Eldorado, em uma área de 3.000 m², e espera receber mais de 25 mil visitantes até o dia 16 de junho.

A casa é similar àquela montada no Rio de Janeiro, em 2016, por ocasião dos Jogos Olímpicos. Serão mais de 20 atrações, com eventos aos finais de semana e exibição dos jogos da decisão. Os ingressos são vendidos site www.nbahouse.com.br por R$ 25 (Fan Day) e R$ 75 (Game Night), sendo que os bilhetes para os jogos 2 e 4, dias 2 e 7 de junho, respectivamente, já estão esgotados.

Na casa, os visitantes vão respirar a NBA de diversas maneiras. Aos finais de semana, nos chamados Fan Days, o público vai poder se divertir com as mais de 20 atrações, com destaque para a quadra digital que vai levar os fãs para “dentro” da quadra. Ainda poderão conhecer um vestiário da NBA, brincar em games de basquete, além de ver de perto uma exposição de peças históricas da liga.

O Troféu Larry O’Brien, que é entregue ao campeão, também estará em exposição à espera de selfies e cliques. No Kids Club, atividades e brincadeiras como piscina de bolas, oficina de Slime, pintura, minitabelas e muito mais. Tudo isso com muita música, entretenimento e distribuição de brindes oficiais. No Game Night, o público poderá acompanhar a exibição das partidas da série melhor de sete num telão gigante, de 32m². 

Os fãs também terão a oportunidade de encontrar as mascotes do Atlanta Hawks, “Harry, The Hawk”, e do New Orleans Pelicans, o “Pierre, The Pelican”, além dançarinas de Los Angeles Lakers (Laker Girls) e Chicago Bulls (Luvabulls), e os times de enterradas de Atlanta Hawks (Sky Squad) e Chicago (The Elevators).

TRÊS PERGUNTAS PARA...

Rodrigo Vicentini, Head da NBA no Brasil

1. Como avalia o atual momento da NBA no Brasil? 

O Brasil é o segundo mercado mais importante do mundo para a NBA, atrás apenas da China. Nosso negócio está crescendo em linhas verticais no País, o que mostra que estamos no caminho certo. Há muitas oportunidades e espaço para explorarmos e crescermos. A NBA é uma love brand, uma marca que se conecta muito bem com os brasileiros dentro e fora de quadra, pela música, pelo lifestyle, por seus valores.

 

2. Qual sua expectativa para a NBA House? 

A melhor possível, que a NBA House seja um sucesso e possa ficar marcada no calendário de São Paulo. O público vai poder mergulhar no universo da NBA. É uma casa para fãs de todas as idades, um espaço temático que foi pensado nos mínimos detalhes e o objetivo é surpreender.

 

3. Qual o peso da volta da NBA à TV aberta?

Estamos muito felizes. A Band foi a emissora que recebeu a liga, apresentou a NBA para os brasileiros na década de 80 e marcou toda uma geração. É mais um meio de comunicação importante, vai ajudar muito na distribuição do nosso conteúdo, além do que já temos na TV a cabo, no NBA League Pass e nas redes sociais. Estamos ampliando a distribuição em território nacional e abraçando ainda mais os fãs brasileiros.

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