Lista de estrelas do esporte envolvidas em crimes passionais é extensa

Entre os nomes de destaque estão O.J. Simpson, Carlos Monzon e o goleiro Bruno

O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2013 | 17h05

SÃO PAULO - Preso após a morte a tiros da namorada Reeva Steenkamp, o sul-africano Oscar Pistorius não é o primeiro esportista de destaque internacional a ser acusado de cometer um crime passional. Antes dele, o caso de maior repercussão foi o de O.J. Simpson, um dos grandes nomes do futebol americano. Em 1994, Simpson foi a julgamento pelo homicídio da ex-mulher Nicole Brown Smith e do amigo dela Ronald Goldman. O ex-atleta foi considerado inocente, mas o julgamento é apontado como um dos mais controversos e polêmicos da Justiça dos Estados Unidos.

Livre da prisão, O.J. Simpson foi condenado a pagar US$ 33,5 milhões em indenizações às famílias das vítimas. Em 2008, no entanto, o ex-astro do esporte pegou 33 anos de prisão por sequestro e assalto à mão armada a um hotel-cassino em Las Vegas.

O também ex-jogador de futebol americano Rae Carruth foi condenado a 24 anos de prisão por, em 1999, ter ordenado a execução da sua namorada, grávida de oito meses. O bebê sobreviveu, mas a namorada não. Já o boxeador argentino Carlos Monzon, que defendeu 14 vezes o título mundial de pesos médios, foi condenado a 11 anos de prisão por assassinar a mulher em 1988. Em janeiro de 1995, quando retornava à cadeia após uma licença de fim de semana para visitar os filhos, Monzon morreu em um acidente automobilístico.

O ex-campeão mundial de fisiculturismo Bertil Fox cumpre prisão perpétua por ter assassinado, em 1998, a ex-mulher e a ex-sogra, na Ilha de St. Kitts, no Caribe. Ele foi inicialmente condenado à morte por enforcamento, mas em 2002 sua sentença foi alterada para prisão perpétua.

NO BRASIL

No Brasil, o ex-goleiro do Flamengo Bruno foi acusado do sequestro e morte de sua ex-amante, Eliza Samudio, de 24 anos. Ela foi vista pela última vez em julho de 2010 e seu corpo nunca foi encontrado. O goleiro aguarda no presídio o júri popular, que analisará o seu caso em março.

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