Luís Ricardo joga e Corrêa vira arma

Em negociação com o Palmeiras, o lateral enfrenta o Santos e volante destaca força da bola aérea da Portuguesa

DANIEL BATISTA, O Estado de S.Paulo

13 de julho de 2013 | 02h05

Enquanto o Santos vive um momento de transição, a Portuguesa busca a consolidação de um estilo de jogo que pode não ser dos mais belos de se ver, mas, diante das dificuldades que o técnico Edson Pimenta tem para montar o grupo, tem sido muito útil.

Contra o Santos, o treinador vai apostar nas bolas paradas e nos cruzamentos para a área, além de povoar o meio-campo com seis jogadores, tendo ainda Diogo isolado na frente e disposto a mostrar serviço contra seu ex-clube. Em 2011, ele passou pela Vila sem brilho.

Para ter êxito em seus objetivos, a Lusa aposta tudo no experiente Corrêa, que se destacou na rodada passada quando acertou um cruzamento na medida para o gol de Valdomiro no empate por 1 a 1 com o Cruzeiro.

"Uma parte considerável das partidas é decidida nos lances de bola parada, por isso temos que trabalhar bastante nessa jogada", alertou o volante. "O resultado contra o Cruzeiro não foi o esperado, então temos que recuperar esses pontos", completou.

A Portuguesa vai apostar também na velocidade de Cañete e Diogo para jogar nas costas da defesa santista e explorar os contra-ataques.

Quanto ao time, o lateral-esquerdo Rogério volta de suspensão e Luís Ricardo, embora esteja em negociações com o Palmeiras, está confirmado na lateral direita. O atacante Bruno Moraes está regularizado e pode estrear hoje.

O volante Bruno Corsini, ex-Taubaté, foi anunciado ontem como novo reforço. E na segunda-feira o clube apresenta o atacante Gilberto, que estava no Internacional e era um antigo sonho da diretoria lusitana.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.