Lutas: mulheres são a bola da vez

A delegação brasileira vai se preparar na Bulgária e nos EUA

Amanda Romanelli, estadão.com.br

17 de dezembro de 2011 | 11h47

SÃO PAULO - As mulheres são a bola da vez na luta olímpica brasileira. Depois da classificação histórica de Rosângela Conceição para os Jogos de Pequim, em 2008 (a única representante do País no torneio), a aposta é de que elas, mais uma vez, têm a maior chance de garantirem o Brasil em Londres.

“Não há dúvida de que a luta feminina tem mais chance que a masculina, mas estamos investindo igualmente nos dois”, explica Roberto Leitão, superintendente da Confederação Brasileira de Lutas Associadas (CBLA), a respeito dos períodos de treinos que serão realizados na Bulgária e nos EUA em 2012.

No Pan de Guadalajara, por exemplo, as mulheres conquistaram duas medalhas, enquanto os homens voltaram para casa de mãos vazias. Joice Silva, da categoria até 55 kg, ficou com o bronze. Já Aline Ferreira (72 kg), vice-campeã mundial júnior em 2006, disputou a primeira final do País na história dos Jogos e garantiu a prata.

O Mundial de Istambul, realizado em setembro, foi a primeira competição a dar vagas para a Olimpíada. Os brasileiros, porém, não conseguiram classificação. “Nossa meta, porém, não era a qualificação pelo Mundial, mas pela seletiva pan-americana.” O torneio será realizado nos EUA no fim de março e dará duas vagas por categoria. No continente americano, EUA, Canadá e Cuba são potências e muitos lutadores dos países já se classificaram via Mundial. 

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