Magnano 'esconde' titulares e exalta força do grupo

O time titular da seleção brasileira de basquete masculino é um mistério. Por conta do rodízio de jogadores feito pelo técnico Ruben Magnano, só é possível tirar uma conclusão: o único jogador com presença certa entre os cinco que iniciam os jogos é o armador Marcelinho Huertas, conforme pôde ser visto nos últimos amistosos de preparação.

AE, Agência Estado

25 de julho de 2012 | 19h04

A estratégia de Magnano é proposital. O argentino quer que todos os jogadores se sintam importantes e disputem a titularidade de forma intensa, mas saudável nos treinos. "Esse grupo de jogadores entendeu meu lema de trabalho: se joga como se treina e se treina como se joga. Não há como separar essas coisas. Se treina duro, mas ninguém dá uma pancada mais forte, pois faltam apenas quatro dias para a nossa estreia", disse o treinador nesta quarta-feira.

Por isso, a equipe não sabe quem começará a partida contra a Austrália, domingo, às 07h15 (de Brasília), em Londres. "Isso é o que menos me incomoda no momento", despistou Magnano. "Não existe time titular ou reserva nesta equipe. Somos uma seleção e sabemos que qualquer um pode começar em quadra ou no banco. O importante é estarmos no mesmo grupo", reforçou Huertas.

O armador, aliás, se diz honrado por ter sido nomeado por Magnano capitão do time brasileiro. "Acho que o Ruben acabou me escolhendo pela postura de comando que tenho dentro de quadra. Mas o que torna um time vencedor é quando cada cumpre sua função dentro quadra."

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