Márcio Fernandes/Estadão
Márcio Fernandes/Estadão

Magnano torce por evolução do basquete após ouro no Pan

O primeiro título do técnico Rubén Magnano na seleção brasileira de basquete veio após cinco anos de trabalho com a conquista dos Jogos Pan-Americanos de Toronto. A emoção do treinador argentino ficou ainda maior depois que Marcus Toledo colocou uma medalha de ouro em seu pescoço.

NATHALIA GARCIA, Enviada Especial a Toronto, Estadão Conteúdo

26 de julho de 2015 | 14h45

"Me sinto muito orgulhoso do gesto dos jogadores de me entregarem esta medalha. Recebo com um obrigado celestial, foi um gesto de muita grandeza. Isso está entre as maiores realizações da minha carreira", exaltou. A dourada seria de Raulzinho, que ficou fora do Pan porque teve que se apresentar ao Utah Jazz, franquia da NBA com a qual assinou contrato no dia que Magnano fechou a lista do Pan.

Orgulhoso pela conquista inédita em sua carreira, o técnico espera que o resultado ajude na evolução do basquete brasileiro. "É um gosto muito especial para a minha carreira, como pessoa e como profissional. Me sinto parte do basquete do Brasil, com todos os erros e com todos os acertos. Estamos lutando para tentar mudar um pouco a ideia de nosso basquete. Que isso sirva de uma vez por todas para que o basquete cresça. Pela qualidade de matéria-prima que temos, precisamos de mais."

Os jogadores também mostram gratidão pelo empenho de Magnano em busca do desenvolvimento da modalidade. "Rubén e toda a comissão técnica fazem um trabalho impressionante para fazer com que a equipe marque dessa forma e jogue coletivamente, é um mérito muito deles", elogia Vítor Benite, ala-armador do Flamengo.

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