Ed Sloane/WSL
Ed Sloane/WSL

Maior surfista da história, Kelly Slater está fora dos Jogos Olímpicos de Tóquio

Veterano não consegue a vaga pelos Estados Unidos, mas promete competir na próxima temporada

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

20 de dezembro de 2019 | 04h48

A etapa do Circuito Mundial de Surfe em Pipeline, no Havaí, definiu os últimos classificados da temporada para os Jogos Olímpicos de Tóquio e o 11 vezes campeão Kelly Slater não conseguiu a vaga pelos Estados Unidos. Aos 47 anos, ele chegou até a semifinal do Billabong Pipe Masters, mas precisava ganhar a etapa para ficar com a vaga.

O veterano teve uma temporada irregular, mas brilhou no local que mais gosta de competir. Só que ele precisava chegar no mínimo duas posições à frente de John John Florence, mas não conseguiu. O havaiano e Kolohe Andino ficaram com as vagas dos Estados Unidos para competir na estreia do surfe no programa olímpico.

Como consolação, Slater conquistou a Tríplice Coroa Havaiana, competição que soma os pontos de três eventos importantes no Havaí em praias diferentes: Haleiwa, Sunset e Pipeline. Apesar da frustração de não disputar os Jogos de Tóquio, o surfista promete continuar competindo. "Acho que vou para mais uma volta no Circuito Mundial", avisou Slater.

Durante a disputa do Billabong Pipe Masters, Italo Ferreira e Gabriel Medina garantiram suas vagas olímpicas para os Jogos de Tóquio após a eliminação de Filipe Toledo no Havaí. "Estou muito feliz de conseguir essa vaga olímpica. A qualificação foi apertada e me sinto bem de garantir a classificação. É um sonho se tornando realidade e estou feliz da vida", comentou Medina.

Dez deles se classificaram pelo ranking dos homens no Circuito Mundial: os dois brasileiros e os dois norte-americanos, Jordy Smith (África do Sul), Kanoa Igarashi (Japão), Jeremy Flores e Michel Bourez (França), e Owen Wright e Julian Wilson (Austrália). No feminino foram mais oito atletas, incluindo as brasileiras Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima.

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