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Mal no 'soccer', Portuguesa faz sucesso no futebol americano

Lusa Lions está nas oitavas de final da Superliga Nacional

Samuel Quintela, especial para o Estado, O Estado de S. Paulo

23 Outubro 2016 | 05h00

A Portuguesa foi rebaixada à Série D do Brasileiro, mas o estádio do Canindé ainda não está de férias. Sem compromissos futebolísticos desde o dia 17 de setembro, quando recebeu a última partida do clube pela "Terceirona", o local, agora, será a casa oficial do time de futebol americano da organização. No próximo domingo, às 14h, o Lusa Lions tem partida marcada pelas oitavas de final dos playoffs da Superliga Nacional, contra os Tubarões do Cerrado, de Brasília. E as chances de manter o calendário preenchido são boas.

Se no "soccer" a Portuguesa venceu apenas quatro dos 18 jogos que disputou, o Lions fez participação sólida durante a primeira fase do brasileiro de futebol americano e se classificou em primeiro lugar do Grupo B da Conferência Oeste da Superliga Nacional. Perdeu apenas uma das seis partidas que disputou. O time é o único representante de São Paulo na fase de mata-mata da competição.

O Lions encara agora o mesmo adversário que venceu na última rodada da fase de grupos. Jogando em Brasília, no dia 8 de outubro, a equipe lusitana aplicou sonoros 34 a 3 e garantiu a vantagem de atuar em casa na disputa de vaga nas quartas de final. Caso avance, enfrentará quem passar do jogo entre Cuiabá Arsenal e Goiânia Rednecks.

"Estamos com um time muito forte e começamos a pensar com mais carinho em chegar ao título. Sabemos que os playoffs serão difíceis, porque todos os times têm qualidade, mas acreditamos que podemos vencer", disse Renato Afonso, presidente do Lusa Lions. Quarterback do Lions e destaque da temporada, Catullo Goes não considera que a partida contra os Tubarões já esteja ganha em função do resultado de Brasília. "O jogo corrido deles é muito forte e eles devem repetir isso no Canindé", disse.

NOVA CASA

Convivendo com a incerteza se verá ou não o Canindé leiloado para quitar dívidas, o presidente do Lions afirma que a equipe não deve ser prejudicada. Segundo o dirigente, a parceria com a Portuguesa caminha para ser mantida.

"Independentemente do que acontecer, estamos trabalhando para construir o nosso próprio estádio a partir de um convênio com a Portuguesa. Seria no centro de treinamento, para pouco mais de 5 mil pessoas, o que é pequeno, mas atende nossas necessidades. A ideia é começarmos as obras no primeiro trimestre do ano que vem", explica o presidente.

Em 2016, o Lusa Lions gerou receita de pouco mais de R$ 100 mil reais para a Portuguesa a partir da venda de produtos licenciados, aluguel de estádio e estacionamento durante os jogos da temporada.

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