Manaus teme que chuvas atrasem obras no estádio

O clima instável na região amazônica é a principal preocupação do governo de Amazonas para as obras de reforma do Estádio Vivaldo Lima, o Vivaldão, para a Copa do Mundo de 2014. As chuvas fazem parte do calendário de quase um semestre inteiro em Manaus e geralmente prejudicam obras. Por isso, dizem os responsáveis, será preciso trabalhar "noite e dia" nos períodos secos.

LIÈGE ALBUQUERQUE, Agencia Estado

31 de maio de 2009 | 16h07

O projeto arquitetônico do novo Vivaldão, previsto para custar R$ 400 milhões, é ambicioso, feito pela empresa alemã GMP. Prevê aumentar a capacidade para 60 mil pessoas, contra as 46 mil atuais, sendo 3,5 mil lugares destinados à área vip. O visual será regionalizado, com temas como o cesto de palha, a vitória-régia e escamas de cobra. Sua estrutura terá o revestimento em chapa metálica termo-absorvente e resfriado com água pulverizada, armazenada em coletores subterrâneos de água da chuva.

A ventilação natural deve ser controlada por persianas com membranas móveis translúcidas, integradas às aberturas do teto. O estádio já conta com uma estrutura moderna, com sistema de som importado da Bélgica, catracas eletrônicas e gramado com sistema de irrigação automática.

Está prevista, ainda, a construção de dois estádios menores para treinos. Um será na zona norte de Manaus, com capacidade para 5 mil pessoas. O outro deve ser em Iranduba, a 25 quilômetros da capital, com capacidade para 15 mil torcedores. O município é o mais próximo das áreas de hotéis de selva de Manaus, alternativa exótica para a hospedagem dos milhares de turistas esperados na Copa.

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