Christophe Pallot/AFP
Christophe Pallot/AFP

Manobras radicais e recorde de americano na neve de Beaver Creek

Etapa da Copa do Mundo de esqui alpino nos Estados Unidos vê Ted Ligety conquistar o tricampeonato no slalom gigante

O Estado de S. Paulo

14 de fevereiro de 2015 | 16h59

Temperaturas abaixo de zero sugerem muita roupa e um abrigo em muitos cantos do planeta. Mas no meio da imensidão branca e gelada das montanhas de Beaver Creek, nos Estados Unidos, o que os esquiadores mais querem é ser o mais veloz ou dono da melhor manobra em mais uma etapa do Campeonato Mundial de esqui alpino. E os americanos andam fazendo bonito na competição caseira, com medalhas e recordes.

Ted Ligety escreveu seu nome na história do slalom gigante. O americano se tornou o primeiro atleta do planeta a conquistar a modalidade em três edições. O tricampeonato veio com  45 centésimos de vantagem sobre o austríaco Marcel Hirscher e 88 sobre o francês Alexis Pinturault. Ligety já havia conquistado o ouro em Garmisch, na Alemanha, em 2011, e em Schladming, na Áustria, em 2013.

Com outros dois ouros em outras provas (supergigante e supercombinada em Schladming), ele se iguala a Kjetil Andre Aamodt e Aksel Lund Svindal, que também somaram cinco ouros em competições individuais do Mundial.

Ligety foi o primeiro americano a subir no topo do pódio em Beaver Creek. Mas seu feito empolgou os compatriotas. A prova disso foi a belíssima apresentação de Micaela Shiffrim no slalom feminino. A campeão mundial e olímpica desbancou a líder da competição, a sueca Frida Hansdotter, em 40 centésimos, ao cravar 50,07. 

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