Marchadora grega: o 1.º caso da nova droga

Antes de os resultados dos testes para Cera terem sido divulgados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a marchadora grega Athanasia Tsoumeleka, campeã da prova dos 20 km nos Jogos de Atenas/2004, admitiu, em janeiro, a utilização do hormônio na Olimpíada de Pequim - ela foi a 9.ª colocada. Aos 27 anos, anunciou a aposentadoria. Por ter violado as leis antidoping da Grécia, a fundista pode cumprir até dois anos de prisão.O COI investiu US$ 6 milhões em tecnologia para testes antidoping em Pequim. Fez quase 5 mil provas. Durante os Jogos, 9 atletas foram pegos - quatro já perderam as medalhas conquistadas.

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