Antonio Calanni/AP
Antonio Calanni/AP

Marchisio promete Itália rendendo melhor no Brasil

Com mudança no esquema de jogo, jogador será o mais adiantado dos meio-campistas

LUÍS AUGUSTO MONACO - Enviado Especial, Agência Estado

13 de junho de 2013 | 16h52

RIO - O meia Marchisio não tem dúvida de que a Itália que enfrentará o México domingo será bem melhor do que a das duas últimas partidas (empates com República Checa e Haiti com atuações decepcionantes). Não só por acreditar que fisicamente os jogadores estarão em melhor condição, mas também porque a motivação será bem maior. "Estamos ansiosos para estrear na competição. E jogar no Maracanã, um estádio com tanta história, é especial para todos os jogadores. Vamos entrar em campo com muita vontade."

Com a mudança no esquema tático feita pelo técnico Cesare Prandelli - o meio-campo terá cinco homens, e Balotelli será a referência na frente -, a função do meia da Juventus vai mudar. Ele será o meio-campista mais avançado, quase um segundo atacante. Para ele isso não será novidade, porque em seu clube jogou assim na parte final da temporada. "Estou tão habituado a jogar em várias posições que me sinto à vontade em todas."

Durante a coletiva, os jornalistas italianos tentaram de todo modo arrancar de Marchisio revelações sobre seu futuro, já que na Europa se fala muito que Manchester United e o "novo rico" Monaco estão dispostos a gastar muito dinheiro para tirá-lo de Turim. Antes que o assessor de imprensa da seleção italiana desse um basta nas perguntas sobre mercado e pedisse que só se falasse da Copa das Confederações houve tempo para o meia fazer algumas declarações interessantes. E ele deixou claro que a decisão sobre a sua permanência ou não caberá ao clube.

"Não recebi nenhuma proposta oficial, o que sei é o que vejo nos jornais. Todos sabem que a minha vontade é ficar, mas preciso ver qual é a posição da diretoria. Se eu perceber que não sou mais importante para o clube posso tomar outra estrada."

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