Marcos Gomes é suspenso por doping na Stock Car

A Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) anunciou nesta quinta-feira que o piloto Marcos Gomes foi afastado preventivamente por 30 dias das pistas após ter sido flagrado em exame antidoping realizado na etapa do Velopark da Stock Car, realizada no dia 6 de maio, no Rio Grande do Sul.

AE, Agência Estado

19 de julho de 2012 | 16h44

A entidade informou que o corredor da equipe Medley/Full Time Sports foi punido em decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), na última quarta, "em virtude de achados analíticos adversos no exame antidoping" na terceira etapa da Stock Car deste ano.

A CBA não divulgou a substância proibida encontrada no exame feito com Marcos Gomes, que ainda será beneficiado pelo fato de a próxima etapa da Stock Car só acontecer no dia 26 de agosto, em Salvador. Com isso, ele deverá voltar a correr na corrida baiana. Porém, ficará fora das etapas de Curitiba e Rio do Campeonato Brasileiro de Marcas.

Depois de ter sido flagrado no exame antidoping da etapa do Velopark, Marcos Gomes participou normalmente das etapas de Ribeirão Preto, Londrina e Rio, essa última realizada no domingo passado, do campeonato da Stock.

Por meio de uma nota oficial, a equipe Medley/Full Time Sports comentou o caso de doping dizendo apenas que "lamenta o episódio e reitera sua reprovação a qualquer atitude que não auxilie na promoção de uma vida saudável".

O caso envolvendo Marcos Gomes tornou a etapa do Velopark desta temporada ainda mais polêmica do que já foi, pois a corrida havia sido abalada também pela suspensão de dois anos aplicada a Alceu Feldmann. O piloto recebeu a punição por ter se recusado a realizar um exame antidoping durante esta etapa do campeonato.

Inicialmente, Feldmann foi suspenso por 30 dias no fim de maio, antes de voltar a competir na etapa de Londrina. O piloto alega que usa uma substância proibida, mas para fins terapêuticos, com a liberação da CBA. Mas, como não possuía um documento formal que permitiria o uso da substância, ele se recusou a fazer o exame antidoping durante a etapa do Velopark.

Na ocasião, o STJD aplicou a suspensão de dois anos atendendo ao regulamento da Agência Mundial Antidoping, que aponta este período de pena para o caso de recusa da realização do teste, ato considerado tão grave pelo órgão quanto a presença de uma substância proibida no exame.

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