Marilson e Caldeira vão atrás de índice na Maratona de Amsterdã

Brasileiros têm presença confirmada em uma das provas mais rápidas do mundo em busca do índice para o Mundial de Pequim

Estadão Conteúdo

17 de outubro de 2014 | 16h58

As planas ruas de Amsterdã recebem, neste domingo, uma das maratonas mais rápidas do calendário internacional. No pelotão de frente, três brasileiros vão brigar para conquistar o índice para o Mundial de Pequim, ano que vem. Competem Marilson Gomes dos Santos, Franck Caldeira (ambos da BM&F Bovespa) e Solonei Rocha da Silva (Orcampi).

Correr abaixo de 2h18min para conquistar o índice é praticamente obrigação para os três atletas, inscritos com tempos bem abaixo (Marílson já correu uma maratona em 2h06). A meta de deles é fazer boas marcas para se garantirem entre os três melhores do País até a data limite para obtenção de índices.

"É uma maratona com bons resultados, mas tudo vai depender do clima. Costuma ventar muito em Amsterdã e a gente tem de contar um pouco com a sorte, torcer para não ventar tanto e contra, e correr com um grupo mais homogêneo, bem equilibrado, que isso me ajudaria bastante", disse Marilson.

Caso as condições climáticas sejam boas no domingo, a tendência é uma prova rápida, uma vez que em 2013 e 2012 o campeão venceu na casa de 2h05min. No ano passado, os sete primeiros ficaram abaixo de 2h10min.

Por conta da idade (está com 36 anos), Marilson tem feito um calendário enxuto. Para ele, é importante já garantir um bom tempo e não precisar fazer outra maratona até o Mundial. "O problema na maratona não é fazer os índices, mas ficar entre os três. Mais de três fundistas brasileiros vão fazer o índice, com certeza. Por isso, é importante fazer um tempo bom, para ficar entre os melhores do Brasil", afirmou o maratonista.

Franck Caldeira, campeão da maratona nos Pan do Rio/2007, vai atrás da melhor maraca da carreira, que hoje é de 2h12min03. Já Solonei chega inscrito com o 16.º melhor tempo, atrás de Marilson, um catariano, um atleta da Eritreia e um batalhão de quenianos e etíopes.

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