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Marin faz um apelo à torcida paulista

Presidente da CBF pede apoio para a seleção no amistoso diante da África do Sul, no dia 7, no Morumbi

RIO, O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2012 | 03h07

A relação entre seleção e torcida brasileira costuma ser de altos e baixos, principalmente nos grandes centros. São Paulo, em especial, tem sido território hostil para o time nacional. Mas é bom um e outro começarem a se entender. Nos próximos dois anos, a seleção vai jogar cada vez mais no Brasil, em busca de uma sintonia que se transforme em apoio decisivo para a Copa das Confederações, em 2013, e a Copa de 2014. A começar pelo jogo de 7 de setembro contra a África do Sul, no Morumbi. "Teremos mais jogos no Brasil. Vamos estrear na Copa em São Paulo e temos de conquistar o torcedor até lá", disse Mano Menezes, em referência ao jogo de abertura do Mundial, no futuro estádio do Corinthians, dia 12 de junho de 2014.

O treinador, que está sob forte contestação depois de falhar na busca pelo ouro olímpico, manifestou em outras oportunidades a preocupação de que jogar em casa se transforme em fator negativo. Mas Mano evita criar um prévio clima de confronto.

"Não vejo o torcedor paulista premeditado contra a seleção. O parâmetro dele é muito alto, alguns dos melhores do mundo jogaram e jogam em São Paulo", ponderou. "O apoio vai depender do que apresentarmos dentro de campo. O torcedor é inteligente, sabe avaliar. Acho que teremos boa resposta da torcida."

Mano garantiu que não sente pressão extra para que a seleção tenha um bom desempenho no Morumbi, sob pena de que possíveis vaias aumentem os questionamentos sobre seu trabalho.

José Maria Marin fez um apelo para que a seleção seja bem recebida. "Gostaria de fazer um apelo para que os torcedores prestigiassem, independentemente do clube, ou se o seu jogador de preferência será titular." / L.M.

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