Dale Zanine / USA Today Sports
Dale Zanine / USA Today Sports

Sem polêmica, Maroon 5 levanta público em Atlanta no show do Super Bowl

Além da banda comandada por Adam Levine, rappers Travis Scott e Big Boi também se apresentaram

Redação, Estadão Conteúdo

03 de fevereiro de 2019 | 23h41

Tão importante quanto a disputa entre os finalistas, o grande show do intervalo do Super Bowl, a decisão da liga de futebol americano, trouxe a banda norte-americana Maroon 5 como atração principal neste domingo, em Atlanta, nos Estados Unidos. Além do grupo, os rappers Travis Scott e Big Boi também se apresentaram.

Um grande "M" de Maroon 5 foi montado no gramado no campo em apenas seis minutos. O grupo entrou no palco cantando Harder to Breath, um dos primeiros hits da banda. Em seguida, a música This Love, outro grande sucesso, levantou o público. Após as duas primeiras músicas, uma animação com o personagem Bob Esponja apresentou os rappers Travis Scott e Big Boi. A presença do desenho animado era um desejo dos fãs, que chegaram a fazer um abaixo-assinado para que ele fosse homenageado no jogo. O rapper Travis Scott iniciou sua apresentação com o seu grande hit, Sicko Mode. No final de sua apresentação, o vocalista Adam Levine tirou a camisa e levou o público ao delírio. 

A última edição do Super Bowl teve audiência de 103 milhões de telespectadores nos EUA e registrou mais de 170 milhões de interações nas redes. A exposição faz a final do futebol americano se tornar um dos eventos mais importantes do mundo. Michael Jackson, Rolling Stones, Paul McCartney, Madonna, U2 e The Who são alguns dos nomes que também já se apresentaram em uma decisão.

O grupo liderado por Adam Levine foi anunciado no mês de janeiro, após a recusa da cantora Rihanna. No fim do ano passado, a estrela rejeitou a oferta em apoio ao atleta Colin Kaepernick. Em 2016, o ex-quarterback do San Francisco 49ers foi o pivô de uma polêmica racial nos EUA. Antes de um jogo da pré-temporada, ele se ajoelhou durante o hino nacional como forma de protesto contra a violência policial com negros. O gesto foi repetido por outros esportistas e abriu debate na sociedade. O ato, porém, acabou sendo reprovado pelo presidente Donald Trump, que pediu aos donos das franquias que demitissem todos os atletas da NFL que apoiassem o movimento. Desde então, Kaepernick não conseguiu emprego na modalidade. A NFL reprovou a atitude do jogador, e Rihanna disse que não concorda com a posição da liga. 

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