Massa é criticado por italianos

Jornal diz que ''''Super Alonso'''' deu lição ao brasileiro

O Estadao de S.Paulo

07 de julho de 2024 | 00h00

O tempo esteve mais quente do que foi possível perceber inicialmente anteontem no GP da Europa de F-1. Além do acalorado bate-boca do vencedor da prova, Fernando Alonso, com o segundo colocado, Felipe Massa, outra discussão que por pouco não termina em pancadaria ocorreu em Nurburgring. Os protagonistas foram o piloto americano Scott Speed, da Toro Rosso, e o austríaco Franz Tost, sócio da equipe junto com o ex-piloto Gerhard Berger. A confusão ocorreu depois de Speed ter abandonado a corrida na terceira volta, ao aquaplanar e bater nos pneus por causa da chuva.Os brigões Massa e Alonso estão mais calmos. Um pediu desculpas ao outro pela baixaria de domingo, mas é preciso esperar pelo GP da Hungria para ver se foram sinceros. A discussão foi explorada pela imprensa européia e o vídeo do bate-boca foi o mais acessado no site youtube.com.Já os jornais espanhóis elogiaram o bicampeão, dizendo que sua manobra ao ultrapassar Massa fará com que seus concorrentes voltem a respeitá-lo. Em compensação, o brasileiro foi criticado pelos jornais italianos. La Gazzetta dello Sport escreveu que o ''''Super Alonso'''''''' deu uma lição em MassaA discussão entre Speed e Tost aconteceu no box. O americano discutiu com o chefe, que chegou a agarrá-lo. Os dois perceberam o exagero e isso evitou a troca de socos. Depois, porém, Speed atacou Berger e Tost, acusando-os de querer afastar da equipe não só a ele mas também o italiano Vitantonio Liuzzi. ''''Eles têm suas próprias idéias sobre o que querem para o futuro e dizem coisas a meu respeito. Está claro que eu e o Liuzzi não temos apoio.''''''''Ambos estão com os dias contados na Toro Rosso. Berger sonha em contratar o francês Sebastien Bourdais, campeão da Champ Car.ECCLESTONE NO FUTEBOLChefão da F-1, Bernie Ecclestone pode tornar-se presidente do Arsenal. Ele tem proposta de comprar 14,6% das ações do clube e assumir o comando.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.