Massa terá mais cobrança quando Ferrari melhorar

A imprensa italiana questionou Stefano Domenicali, diretor da Ferrari, ontem, em Mônaco, sobre o fraco desempenho de Felipe Massa, distante da eficiência do companheiro Fernando Alonso nas duas últimas corridas. E, como sempre, o italiano foi político: "No momento nossa prioridade é tornar o carro competitivo. Quando conseguirmos, espero que Felipe leve consigo os ensinamentos desse momento difícil para ser mais forte na nova fase".

Livio Oricchio, O Estado de S.Paulo

28 de maio de 2011 | 00h00

O discurso de Domenicali e do presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, é de apoio a Massa. "Ele tem toda nossa confiança", afirmou.

Mas existe, sim, pressão para que Massa produza mais. Somou, em cinco corridas, 24 pontos, é o oitavo colocado, enquanto Alonso tem 51, quinto, projetando-se, em princípio, um campeonato semelhante ao de 2010, quando o espanhol disputou o título até a última prova e Massa ficou apenas em sexto.

Hoje será realizado o terceiro treino livre, das 5 às 6 horas, e a importante sessão que definirá o grid da sexta etapa da temporada, às 9 horas, horário de Brasília. "Largar na frente aqui será fundamental", disse Alonso, quinta-feira, depois de estabelecer a melhor marca do dia.

Domenicali disse mais. A exemplo da reestruturação em curso, comentou que a saída de Aldo Costa da direção técnica teve a ver com conflitos de autoridade com o desenhista-chefe, o grego Nikolas Tombazis, principal responsável pelos modestos projetos de 2010 e deste ano. "Ele é o responsável pelo desenvolvimento aerodinâmico do modelo atual e da próxima temporada."

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