Média de gols sofridos por Rafael cresce

ESPECIAL PARA O ESTADO

Sanches Filho / SANTOS, O Estado de S.Paulo

16 de agosto de 2011 | 00h00

Se o Santos tivesse derrotado o Atlético-GO, sábado, no Serra Dourada, Rafael seria candidato a melhor jogador em campo por ter impedido duas vezes o gol do adversário quando o resultado ainda era de 0 a 0. Mas, com mais uma derrota - a 7.ª em 14 jogos -, ontem o goleiro teve de se esforçar para tentar explicar a fraca campanha do time no Brasileiro.

"É preciso melhorar. Está faltando pegar mais sem a bola", analisou. Seu desempenho despencou com a queda de produção do time, quase dobrando o número de gols sofridos. Enquanto no Campeonato Paulista, levou 19 em 20 jogos e na Libertadores 13 em 14 partidas, no Brasileiro já são 19 em 11 jogos.

"Também temos de finalizar mais, ter vontade de fazer gol, e melhorar a marcação atrás. É preciso melhorar no conjunto."

Apesar dos 19 pontos que separam o Santos dos líderes Corinthians e Flamengo, Rafael não acha que a luz vermelha já acendeu. "Não tememos o rebaixamento, mas é preciso ter autocrítica, reconhecer que não podemos perder tantos jogos."

Rafael rebate as críticas de que com os dois títulos conquistados o Santos se acomodou e estaria faltando motivação. "Eu me motivo só por estar aqui, ser titular do Santos. Não preciso que o time esteja na briga por título para me motivar. Não preciso de psicólogo, de motivador nem de palestra. Só estar no Santos já serve de motivação."

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