Mesmo com defesa desfalcada, Chile promete atacar

Quem pensa que o Chile jogará com medo do Brasil no jogo de amanhã poderá ter uma surpresa. A garantia é do lateral-direito Islas: "Só vamos nos preocupar em fazer o nosso jogo. Devemos tomar a iniciativa desde o começo da partida", afirmou o jogador.

, O Estado de S.Paulo

27 de junho de 2010 | 00h00

O jogador se antecipou ao técnico Marcelo Bielsa e revelou quem serão os substitutos de Ponce e Medel, suspensos com dois cartões amarelos - o outro desfalque é o lateral-esquerdo Estrada, expulso na derrota diante da Espanha. "Perdemos dois jogadores importantes na zaga. Mas há outros atletas experientes, como Contreras e Fuentes, que têm condições de substituí-los", disse Isla, antes do treino.

Esse clima de otimismo dos chilenos destoa das estatísticas, totalmente favorável aos brasileiros. Em 65 jogos, o Chile só ganhou sete e empatou 12. Tomou 152 gols e marcou 55. Na Copa do Mundo, perdeu as duas partidas disputadas contra o Brasil. "Isso tudo é passado. Respeitamos o potencial do Brasil, mas acho que podemos começar a mudar essa história negativa", disse Contreras, que atua no PAOK, da Grécia.

O experiente zagueiro admitiu que o Chile corre por fora na Copa do Mundo. "Os brasileiros são favoritos, mas nosso time vem crescendo de produção nos últimos três anos. Acho que podemos fazer história na segunda-feira", arriscou Contreras, que deverá começar jogando amanhã no Ellis Park.

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