Mesmo com 'gringos', Brasil fica em sexto no rúgbi masculino

Contando com o reforço de dois britânicos de cidadania brasileira, a seleção masculina de rúgbi sevens não conseguiu passar de um sexto lugar nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Esta é a segunda vez que a modalidade faz parte do programa. Em Guadalajara, o Brasil ficou no sétimo lugar. Nas duas ocasiões, perdeu do Uruguai nas quartas de final.

PAULO FAVERO, Estadão Conteúdo

12 de julho de 2015 | 21h05

Desta vez, a equipe que conta com Juliano Fiori e Mat Gardner, levou 12 a 5 dos uruguaios, repetindo a derrota de 2011 - na ocasião, por 7 a 0. Desde então, entretanto, a seleção brasileira passou a receber mais investimentos, uma vez que vai participar, graças a convite, dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

Depois de perder do Uruguai, o Brasil foi para o Torneio de Consolação. Ganhou do México, mas perdeu do Chile, adversário sul-americano com o qual está mais equiparado tecnicamente. Levou 12 a 7 para ficar no sexto lugar, à frente de México e Guiana, apenas.

"A gente consegue fazer boas exibições, mas precisamos aprender a ganhar. Saímos daqui com um gosto amargo por não ficar entre os quatro melhores", diz o capitão Fernando Portugal. "Um treinador sempre falou que a derrota é a mãe das vitórias. Temos de entender isso e não baixar a guarda. Precisamos sentir e entender a responsabilidade de fazer parte do Time Brasil. Não vamos desistir do sonho."

O líder da equipe acha que a participação no Pan, independentemente do resultado, acaba sendo positiva para que os jogadores tenham uma convivência com atletas de outras modalidades. Essa experiência ajuda e pode ser usada no futuro. "Depois de perdermos para a Argentina, um dos melhores times do mundo, eles nos falaram que tínhamos melhorado muito. Mas ainda falta algo."

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