REUTERS/Kacper Pempel
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Meta do Brasil no atletismo é superar conquistas de 2011

Brasil projeta provas de alto nível contra Canadá, EUA e Cuba

Nathalia Garcia, enviada especial a Toronto, O Estado de S. Paulo

20 de julho de 2015 | 23h52

Com três medalhas na conta nos Jogos Pan-Americanos de Toronto - maratona feminina (prata) e marcha atlética 20 km (prata e bronze) -, o atletismo brasileiro inicia nesta terça-feira, a partir das 11h05 (de Brasília), a disputa de pista e campo com ao menos 20 representantes no estádio da Universidade de York.

O objetivo da delegação brasileira é superar a campanha de Guadalajara, em 2011, quando o País conquistou 23 medalhas (dez ouros, seis pratas e sete bronzes). Para o treinador chefe Nélio Moura, esta edição do Pan contará com competidores de alto nível técnico.

“Quando os Jogos são no Hemisfério Norte, a competição é mais forte. Cuba veio com a equipe completa e o Canadá também. Os Estados Unidos vieram com uma equipe que não é a C ou D, estão com uma boa equipe. A gente está com uma equipe bem preparada também”, afirma.

Uma das principais atrações do primeiro dia de disputa é Thiago Braz no salto com vara. Segundo colocado no ranking mundial da Iaaf, com a marca 5,92 m, ele disputa a competição pela primeira vez. O principal adversário do brasileiro é Shawnacy Barber, do Canadá, dono da terceira melhor marca do ano (5,91 m). A final do salto com vara ainda contará com o brasileiro Fábio Gomes da Silva, medalha de ouro no Pan do Rio, em 2007.

Às 19h05, será a vez de Keila Costa e Núbia Soares na final do salto triplo. As atletas enfrentaram algumas dificuldades na preparação, mas o técnico Neilton Moura garante que os problemas já foram superados.

“A Keila estava com uma pequena lesão no pé e perdeu treinos específicos de salto, mas já está boa. A Núbia teve problemas de sobrecarga da vida de treinamento. Só voltou a competir em junho, mas acredito que vai alcançar a melhor marca do ano e incomodar.”

O Brasil também disputa provas classificatórias. Nos 100 metros, Ana Cláudia Lemos e Rosangela Santos estão confirmadas. As atletas vivem a melhor temporada da carreira e são esperança de medalha para o País. Ana Cláudia cravou um novo recorde sul-americano (11s01) e, em Toronto, pretende melhorar mais a sua marca.

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