Milan abre a janela para Kaká, mas quer gastar pouco

'Certos amores nunca morrem', diz Galliani sobre o meia. Porém, o clube só estaria disposto a pagar 10 milhões

MILÃO, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2012 | 03h08

Se o Real Madrid não quiser Kaká, o Milan quer. Ontem, o vice-presidente do clube italiano, Adriano Galliani, abriu as portas para a volta do jogador ao dizer que "certos amores nunca morrem''. O brasileiro viveu no Milan alguns dos melhores momentos de sua carreira - chegou a ser eleito o melhor do mundo em 2007 -, mas em junho de 2009 partiu para o futebol espanhol. Em Madri, porém, foi prejudicado por contusões e, a rigor, jamais passou de lampejos com a camisa do Real.

Galliani já se reuniu com o representante de Kaká, Gaetano Paolillo. Conversaram sobre a possibilidade de transferência, mas Paollilo não quis dar detalhes. "Sim falamos sobre o jogador, mas não posso dizer nada além disso'', esquivou-se.

A possibilidade de o meia-atacante deixar o time merengue é concreta. O fato de ele não ter sido relacionado pelo técnico José Mourinho para o amistoso de terça-feira com o Oviedo está sendo considerado um indício de sua saída.

O problema é que o Milan não parece disposto a abrir os cofres para recontratar o jogador de 30 anos. De acordo com a imprensa italiana, o Rubro-negro pretenderia pagar aos espanhóis 10 milhões (R$ 24,7 milhões) por Kaká. Quando o vendeu para o Real Madrid, o Milan embolsou 65 milhões (R$ 160 milhões).

Outra "janela'' para Kaká pode ser o Paris Saint-Germain, que está montando um supertime. Recentemente, o clube francês tentou levar o jogador. Não entrou em acordo financeiro com o Real Madrid e o negócio esfriou. Agora, porém, comenta-se na Europa que pode voltar à carga.

Enquanto não resolve seu futuro, Kaká segue treinando normalmente no Real, mas ainda não sabe se será aproveitado no amistoso de amanhã, contra o Benfica.

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