Mudança da chegada acaba com tradição iniciada em 1966

A São Silvestre é uma prova cheia de mudanças em seu percurso, embora o longo período de saídas e chegadas na Avenida Paulista tenha criado uma tradição de 43 anos.

O Estado de S.Paulo

30 de dezembro de 2011 | 03h05

Mas, ironicamente, não foi assim na primeira edição, em 1925, com apenas 6,2 km. A prova teve largada na avenida, em frente ao Parque Trianon, e terminou na Ponte Pequena, onde hoje está a Marginal do Rio Tietê.

Entre 1966 e 2010 (com a interrupção de um ano), os corredores largaram e chegaram na Paulista. Até 1990, saída e fim eram em frente ao número 900, onde está o prédio da Fundação Cásper Líbero. Neste período, a prova passou de 9,2 km para 15 km, deixou de ser realizada à noite e teve uma inversão de sentido.

Por 21 anos, a subida final era na Rua da Consolação, enquanto a Avenida Brigadeiro Luís Antônio abrigava a primeira descida do percurso. A troca foi em 1988.

Em 1991, a largada passou a ser realizada em frente ao Masp, o que será mantido. Mas, pela primeira vez, a chegada será no Obelisco do Ibirapuera. É o quinto local diferente da linha final, que já passou pelo Clube de Regatas Tietê (1930 a 48), Avenida Cásper Líbero (de 1949 a 1965) e Estádio do Pacaembu (em 1979). /AMANDA ROMANELLI

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