Mundial de Vôlei de Praia não valerá para ranking olímpico da CBV

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou nesta quinta-feira que atendeu ao pedido feito especialmente por Maria Clara e Carol e que o Mundial de Vôlei de Praia, a ser realizado enter junho e julho, na Holanda, não vai valer pontos para o ranking olímpico brasileiro. Afinal, o torneio não permite novas inscrições além das quatro duplas por naipe já anunciadas.

Estadão Conteúdo

09 de abril de 2015 | 15h25

O critério utilizado para a definição das duplas do Mundial diferiu daquele usado para apontar os times que vão jogar o Circuito Mundial. Afinal, vão à Holanda as quatro melhores parcerias da temporada internacional do ano passado. Para o Circuito Mundial, entretanto, terão preferência os times melhores classificados no Circuito Brasileiro 2014/2015, além do melhor time brasileiro do Circuito Mundial 2014.

Além disso, as principais etapas do Circuito Mundial (aquelas que valem para o ranking olímpico brasileiro) permitem a inscrição de seis duplas brasileiras por naipe por etapa, sendo que três delas têm preferência por uma vaga direta na fase de grupos. Outras duas jogam o ''country cota'' e, quem avançar, disputa o qualifying.

Assim, Bruno/Hevaldo, Guto/Allison, MariaClara/Carol e Josi/Elize Maia têm oportunidade de pontuar em todas as etapas do Circuito Mundial, mesmo partindo do country cota. No Mundial, porém, essas duplas não estão inscritas. Os times brasileiros na Holanda serão Ágatha/Bárbara Seixas, Fernanda Berti/Taiana, Juliana/Maria Elisa, Larissa/Talita, masculino, Alison/Bruno Schmidt, Álvaro Filho/Vitor Felipe, Evandro/Pedro Solberg e Ricardo/Emanuel.

Agora, vão valer para o ranking olímpico apenas os pontos obtidos pelas duplas brasileiras nas cinco etapas de cinco Grand Slam (Rússia, Estados Unidos (duas etapas), Japão e Polônia) e nas quatro de Major Series (Croácia, Noruega, Suíça e um país a ser confirmado). Cada parceria pode ter dois descartes, computando os sete melhores resultados.

A dupla que chegar ao final do ano na frente deste ranking terá vaga nos Jogos Olímpicos do Rio-2016. A segunda parceria brasileira na Olimpíada será apontada pela CBV, dando preferência à segunda colocada do ranking.

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