Robson Fernandjes/AE
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Muricy Ramalho prevê 'pedreira' em Assunção e exige controle

Técnico espera jogo muito difícil para o Santos contra o Cerro Porteño, na Copa Libertadores

FÁBIO HECICO, O Estado de S.Paulo

11 de abril de 2011 | 00h00

Acostumado a deixar os jogos rouco, de tanto gritar, Muricy Ramalho saiu de campo bem da voz neste domingo. Conformado com o empate, o técnico já está pensando na partida do Santos contra o Cerro Porteño, na próxima quinta-feira.

"O Santos joga de uma maneira que vai sofrer muito com as marcações adversárias", disse Muricy. "É um time que não sabe brigar, sabe jogar e os atletas precisam saber disso, pois em Assunção será uma enorme pedreira. Isso foi o que mais conversei com eles, procurei ajustar nesses três dias de trabalho."

Neste domingo, claramente quatro jogadores forçaram o terceiro cartão amarelo: Neymar, Ganso, Elano e Rodrigo Possebon. Não jogam na última rodada contra o Paulista, mas entram "zerados" nas quartas de final. "Será importante entrar zerado na fase decisiva", disse Ganso.

O técnico do Americana, Toninho Cecílio, ficou indignado com o juiz Aurélio Martins, que aos 40 minutos da etapa final anulou gol legal de Fumagalli. Martins marcou impedimento do meia, que, no entanto, havia recebido a bola do santista Alex Sandro. O lance era legal.

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