Muricy sofre em toda rodada com os desfalques do Flu

O quarto título brasileiro é real para Muricy Ramalho. Caso se concretize, o técnico do Fluminense poderá dizer que foi o mais suado, o mais difícil. Este ano, as infindáveis contusões no time somadas às eventuais suspensões têm feito Muricy encarar um quebra-cabeça a cada rodada. De novo, com uma série de desfalques, o Flu recebe o Grêmio, às 21 horas, no Engenhão.

Leonardo Maia e Elder Ogliari, O Estado de S.Paulo

28 de outubro de 2010 | 00h00

Para se manter na liderança ao fim da rodada, o Flu precisa superar novamente as muitas ausências. Muricy não terá jogadores-chave, como Emerson, Fred e Deco. Para agravar o cenário, a contusão de Diogo na última rodada tira mais um de combate por tempo indeterminado. As opções no ataque e no meio estão mais escassas com as suspensões de Rodriguinho e Tartá.

É possível que Muricy se veja forçado a deslocar Conca para formar a dupla com Washington.

O argentino é o homem de ferro tricolor, tendo jogado nas 31 rodadas. O meia, porém, admite que vem atuando no sacrifício, com lesão no joelho que exigirá artroscopia ao fim do ano. "Todos sentem dor. Estou com essa lesão no joelho, mas não está me atrapalhando. Vou ser submetido a uma cirurgia, mas tenho de jogar bem até o fim da competição", disse Conca, que tem reclamado por a diretoria não lhe ter apresentado uma proposta para a renovação do contrato que termina ao fim do ano que vem.

O Grêmio considera os dois jogos fora de casa, contra o Flu, e o Goiás, na quarta-feira, como decisivas para lutar por vaga na Libertadores. O técnico Renato Gaúcho não poderá contar com o volante Fábio Rochemback.

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