Martin Philbey/EFE
Martin Philbey/EFE

Murray tem nova chance de quebrar jejum de 74 anos

Na final do Aberto da Austrália neste domingo, ele terá pela frente o sérvio Novak Djokovic

, O Estado de S.Paulo

29 de janeiro de 2011 | 00h00

Andy Murray conseguiu nesta sexta-feira chegar à sua terceira final de Grand Slam na carreira. Depois de perder duas vezes para Roger Federer - no US Open (2008) e no Australian Open (2010) -, o britânico decidirá neste domingo o torneio australiano contra o sérvio Novak Djokovic. Na sexta, o escocês passou de virada peplo espanhol David Ferrer por 3 sets a 1, com parciais de 4/6, 7/6 (7/2), 6/1 e 7/6 (7/2), em batalha de quase 4 horas de duração.

Se Roger Federer não é mais um obstáculo para o seu primeiro título de Grand Slam, a escrita britânica nos maiores torneios do mundo pesa sobre os ombros de Murray. Um tenista da Grã-Bretanha não vence uma das quatro maiores competições do tênis desde que o lendário Fred Perry conquistou o US Open em 1936. São quase 75 anos de jejum.

Pela frente, Murray terá um rival contra quem tem retrospecto negativo - quatro derrotas e três vitórias. Os seus triunfos, no entanto, vieram nos três últimos jogos. E dois em finais (Masters de Cincinnati, em 2008, e Miami, em 2009). "Nós não jogamos muitas vezes nos últimos anos porque sempre fomos cabeças de chave 3 e 4 dos torneios. Agora é uma chance de incrementarmos a rivalidade", disse Murray.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.